sábado, 16 de maio de 2015

PEQUENA DULCINÉIA



"No mesmo mundo onde se criam estórias e contos maravilhosos sobre realidades originadas dos sonhos e da ficção, acabamos nos deparando com nossa realidade, e assim vamos questionando nossa missão em nossa vida. Nosso planeta pode ser do tamanho que quisermos, nosso título, pode sim, ser de um pequeno príncipe, que sonhou em ter seu próprio planeta. Seu próprio pé de Baobá. Um sonho de ser pequeno, mas enorme em relação ao seu mundo. Ou então, sonhar com estórias de monstros e princesas, sendo seguido pela sua própria imagem indesejada, para se ver de verdade, mas voltar a acreditar na armadura, no cavalo branco, na nossa imponência, em busca de nossos príncipes e princesas em apuros. 


Nem oitenta e dois volumes, conseguiram explicar a imensidão do nosso ser, do que é ser. Mas só há uma certeza, somos o que imaginamos, e vamos em frente, por sobre o chão que sonhamos, monstros de nós mesmos, árvores e frutos, de nós mesmos. Tudo é nosso. Somos príncipes e escudeiros. Lutamos contra nós mesmos, ora nos chamando de dragões, ou de servos, ou de simples pragas que comem nosso alimento. Um dia descobriremos onde é que está a tão desejada realidade, a nossa princesa, ou nosso príncipe, quem é nosso escudeiro, ou nosso jardineiro. "

(d.sEABRA)

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