domingo, 11 de maio de 2014

Assim sendo...

"As amarras ainda não foram totalmente soltas. 
O exercício do delírio vem depois da fome sentimental jamais curada. Ele sobressai as alterações metabólicas de qualquer sorte. Vazio. Fome. Me sinto oco. 
Casco frágil de uma alma que tem asas. Imaginar a dor de permanecer rendido ao reino da falácia e do fingimento, é praticamente uma tortura. De certa forma, uma prisão em si mesmo.





O conteúdo deve ser liberado.
Assim o amor poderá viver e ser em sua plenitude. Deus existe, quanto menos humanos somos. Sou feliz por ter causado a minha própria morte espiritual, e o renascimento de outro alguém demanda sim, dor e sofrimento, através dos quais vamos evoluir, à outro plano, metafísico e transcendental. 
Lá, onde reside o mais puro amor."

(D.Seabra)